domingo, 24 de fevereiro de 2013

Quem sou eu?

Dia desses estava eu passando por minhas memórias físicas (coisas que guardo para não esquecer quem sou...) e me deparei com esse texto:

Páginas de minha vida

31-01-2008

Meu nome é Sara da Conceição. Sara significa "princesa". Meus pais escolheram esse nome por serem evangélicos e buscaram na bíblia meu nome e de meus irmãos.
Tenho 16 anos. Nasci na cidadede Guaraciaba, interior de Minas Gerais, no dia 08 de maio de 1991.
Lá eu morei ate os 6 anos de idade.
Por meu pai ser pastor, fomos morarem uma cidade chamada Fonseca (também em Minas Gerais), onde fiquei por apenas um ano e meio.
Depois fui para Dom Silvério, lugar onde cresci, aprendi muitas coisas e fiz amigos que muito me marcaram e inimigos, melhor dizendo inimigas, por quê não?! Ninguém agrada a todos.
Mas o que valeu mesmo foram os amigos que lá deixei, que mesmo longe estão aqui comigo em minhas lembranças e em meu coração.
Oito anos se passaram e em 30 de dezembro de 2006 minha vida teve uma reviravolta que muito me marcou.
Por motivos de saúde minha mãe e meu irmão se mudaram para São Paulo em julho/2006 e em 30/12/2006 eu, meu pai e minha irmã também viemos a seu encontro para juntos tentarmos dar outro rumo às nossas vidas acreditando ter aqui mais oportunidades como esta em que estou agora, buscando me aperfeiçoar e conhecer novos amigos aqui na UNIBES-GMK.

No dia 31/12/2006 eu cheguei aqui em São Paulo.
Esse dia foi muito importante para mim pois por ser véspera de Ano Novo simbolizava que junto com o 2007 iniciaria também uma nova etapa em minha vida e que tudo que já vivi faria parte apenas de um capítulo muito importante nas páginas de minha vida.

Mas voltando à minha origem, eu nasci um dia depois do aniversário de 3anos de casamento de meus pais, João Bosco da Conceição e Ana Aparecida Vigiano da Conceição.
No dia em que nasci, os médicos estavam de plantão mas não se encontravam no hospital. E então, eu nasci apenas acompanhada por uma enfermeira. Por isso, de certa forma, eu me considero independente desde o início.

Eu adoro, como já deve ter dado para perceber, escrever... e principalmente sobre mim. Adoro viajar, fazer novos amigos e viver novas experiências.

Eu pretendo me aprofundar na área de informática e através disso adquirir fundos ($$$) para bancar uma faculdade de pedagogia. Apesar de serem áreas diferentes, são minhas duas paixões, principalmente na área infantil.

Uma ocasião especial? Várias!
O nascimento de minha irmã...
Meus quinze anos...
Meu primeiro beijo...
Meu primeiro amor... quer dizer, paixão de adolescente...
Mas o principal é meus quinze anos, pois foi uma etapa que eu esperei, digamos, uma vida inteira.

Algo importante pra mim?
Um acontecimento: a mudança para São Paulo
Uma amizade: Taís, amiga, irmã para todas as horas que deixei lá em Minas mas que tá no meu coração.
Um animal de estimação: um gatinho que tive e morreu envenenado.
Uma viagem: de volta para Minas Gerais em Janeiro de 2008. E outras que pretendo fazer para o Rio de Janeiro e para Porto Seguro, meu sonho é conhecer esses dois lugares.
Um presente especial: um grande amor. Quer dizer, a volta dele né, pois está viajando e voltará neste fim de semana. Três meses, quase não aguentei a saudade.

Resumindo, isso é um pouquinho do que é o começo de minha história.

Quando paro para pensar tudo que aconteceu nesses anos que se passaram, percebo que vivi décadas no que são apenas 5 anos. A expressão de JK "50 anos em 5" se faz totalmente válida na história de minha vida.

Quem podia imaginar tudo que estava por vir?

Tive dias bons e ruins.

Perdi... conquistei...

E o que me faz mais feliz é perceber que não mudei.
Sou ainda a mesma menina que chora a falta de seus amigos da General Marcondes, que sonha em ter um monte de pirralhos a sua volta (calma, alunos... não filhos, pelo menos não no plural).
Todas tempestade não foi capaz de mudar quem sou. Apenas amadureci, cresci. Ganhei marcas que me fazem lembrar que o tempo passou e não me deixam esquecer que o que vale a pena é VIVER.

E que venham mais 50 anos em 5 cheios de histórias para contar, pois sou assim, um turbilhão de emoções...


Turma A 2008/01

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Dicas de Beleza: várias maneiras diferentes de usar lenços

Amei essa reportagem.

Para aquelas que estão terminando o tratamento, sabem o que fazer com seus lenços?

O lenço é uma peça do guarda-roupa muito versátil que pode ser usada de várias maneiras. No vídeo, a apresentadora Ana Hickmann ensina como usá-lo de forma criativa, de bom-gosto e com muito estilo. Veja!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pós e contra de um banho de chuva... pela Av Paulista

Sexta a tarde, eu no ICESP tentando emitir uma receita para a minha mãe.

Fim de expediente... imagina como é...

Saio de lá sem a receita.

Ultimo compromisso: retirar os medicamentos da mãe na farmãcia do hospital.
São 17:55. Tenho apenas 5 minutos para fazer o percurso da Dr Arnaldo até a Consolação.
Literalmente corro por entre os carros, desvio de pessoas... postes...
E chego ao meu destino...

Não deu tempo.

Imploro para ser atendida mas o segurança é radical. Passando das 18h nem por um minuto é permitido entrar. Agora só na segunda-feira.

Cansada por ter corrido, e esgotada por ter falhado, me bate um desespero. Não tenho mais forças. Apenas escorrego do portao até a calçada onde me refugio e caio aos prantos.

Ela já está sem remédio desde o Carnaval. Eu deveria ter vindo mais cedo (mas queria seguir daqui para a universidade), eu deveria ter vindo ontem (mesmo estando doente)... e meus pensamentos tomaram conta de mim.

Nada me importava. Pessoas paravam para ver se estou bem, comerciantes vizinhos se propunham a fazer alguma coisa por mim caso precisasse... Mas não, eu só precisava escutar a voz dela, ouvir que estava tudo bem.

E num momento de desespero liguei pra minha mãezinha.
Eu só sabia dizer me desculpe, foi culpa minha. As lágrimas se misturavam aos pingos de chuva que já era intensa.

Quando por fim recuperei minhas forças, caminhei... caminhei por toda Av Paulista.

Debaixo de uma chuva torrencial eu me lavei. Lavei minha alma... me senti plena.

A única vez que me senti assim foi em meu último dia na cidade de Dom Silvério, quando também em um banho de chuva deixei minhas mágoas e rancores. Parti limpa para uma nova vida em SP.

E depois dessa minha última experiência, a única coisa que quero é seguir... seguir por essa avenida chamada vida, passar por vales, buracos, pisar em poças... mas ver como é lindo estar em conexão com Deus.

É assim que me senti ao banhar em suas lágrimas. Sim, quando alguém morre e chove dizem que é Deus chorando com a família. E assim, quando minhas lágrimas se misturavam à chuva sentia Ele comigo. Numa sincronia. Olhava ao céu e sintia um poder tão grande.

Por alguns minutos fui intocável, nem os raios e trovões me abalavam. Protegida pelos gigantes de concreto eu marchei... sentindo como uma criança brinquei, chutei possas, sorri para o nada...
Vi a admiração de muitos que passavam por mim e sentiam vontade de estar ali também, numa conexão com o universo. Também vi a loucura nos olhos de alguns, o desejo nos olhos de outros... mas não vi o medo. Aquele que me assombrou por diversas vezes, desapareceu.

Agora, me sinto pronta. Todo sofrimento desapareceu.

Foi preciso eu me reconectar para enxergar que posso viver. Tudo está nas mãos Dele.

E o que guardo disso?


É bom demais ser admirada por sua coragem.
Numa São Paulo onde todos se fecham, sentir-se notada faz uma grande diferença.
E ao mesmo tempo poder caminhar por entre pessoas que não fazem ideia de ti, não sabe seus problemas, sua dor.
E o mais fantastico é nao ter que se esconder.

Chorei livrimente pois minhas lagrimas nao podiam ser notadas por entre a chuva... sorri sozinha, do nada... vivi intensamente!

Mas o único problema... se prepare para o resfriado que vem depois...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

E quando a vida perde a cor?

Ontem escutei um questionamento que me fez pensar...

Eu amo, amo, amo fotografar.

Seria a pessoa mais feliz se soubesse domar minha filhinha (D5100).

E por que não sou então? É só estudar ne. Fotografia e isso: você nasce com o olhar e a tecnica voce adquire com muito estudo.

O olhar ja disseram que eu tenho. Mas e essa tao de tecnica?

Tenho uma super Ferrari na mao (segundo meu teacher), tenho os manuais, livros e revistas sobre o tema. E um mundo inteiro esperando meus cliques.

O que acontece comigo?

Meu mundo perdeu a cor.

Ja faz um tempo que isso vem acontecendo. Nao queria comentar aqui pois esse foi um espaço que criei para falar da nossa luta com o cancer.

Mas... como tudo esta interligado... la vai...

Desde 05 de dezembro estou oficialmente em casa, para cuidar de mim e poder estar ao lado de minha maezinha.

Segundo o medico, tratava-se de um F43.2 Transtornos de adaptação:

Estado de sofrimento e de perturbação emocional subjetivos, que entravam usualmente o funcionamento e o desempenho sociais. ocorrendo no curso de um período de adaptação a uma mudança existencial importante ou a um acontecimento estressante. O fator de "stress" pode afetar a integridade do ambiente social do sujeito (luto, experiências de separação) ou seu sistema global de suporte social e de valor social (imigração, estado de refugiado); ou ainda representado por uma etapa da vida ou por uma crise do desenvolvimento (escolarização, nascimento de um filho, derrota em atingir um objetivo pessoal importante, aposentadoria). A predisposição e a vulnerabilidade individuais desempenham um papel importante na ocorrência e na sintomatologia de um transtorno de adaptação; admite-se, contudo, que o transtorno não teria ocorrido na ausência do fator de "stress" considerado. As manifestações, variáveis, compreendem: humor depressivo, ansiedade, inquietude (ou uma combinação dos precedentes), sentimento de incapacidade de enfrentar, fazer projetos ou a continuar na situação atual, assim como certa alteração do funcionamento cotidiano.

Transtornos de conduta podem estar associados, em particular nos adolescentes. A característica essencial deste transtorno pode consistir de uma reação depressiva, ou de uma outra perturbação das emoções e das condutas, de curta ou longa duração.

Choque cultural
Hospitalismo da criança
Reação de luto

A primeira coisa que ele falou: Fique tranquila, voce nao esta em depressao. Apenas atingiu um nivel de estresse e ansiedademuito alto.

Mas sabe quando as coisas so pioram?

Conheci o F32.1 (Episódio depressivo moderado)

Nao importam as definiçoes. Quando ele colocou isso no papel e o perito concordou, doeu demais. Estava confirmado. Durante todo esse tempo eu neguei. Imagina, depressao eu? 

Pessoas que me amam e a quem amo muito dizia, vai viver, ser feliz, mas pra mim era normal passar o dia todo trancada aqui no quarto. Sim, no quarto. Nem mesmo da cama saia, por dias (ta, eu ainda tomava banho, rs). E minha casa nem e tao grande... 

Eu nao queria enchergar. Desses 2 meses que se passaram, estive com a mae no recanto ate o dia 28 de dezembro. Nesse meio tempo, mantive minha rotina (nataçao, ingles, faculdade, psicoterapia, etc).  

Mas quando a mae teve alta, nao sei, o que era pra ser melhor nao aconteceu. E claro que estou muito feliz por ela, mas o NACE era nosso RECANTO. Eu me sentia segura la sabe. Agora ela nao precisa mais de mim. Tem a Ester por perto, o Samuel voltou a morar em casa, e o meu pai, como foi demitido esta passando mais tempo com ela. E eu? Hoje sou apenas a acompanhante que nao falta a uma consulta se quer.

Eu achei um outro refugio.

Minha casa passou a ser parte de mim. Pessoas que moram no mesmo quintal que eu passava dias sem me ver. 

Eu sei. Nada disso e certo, mas preciso dizer em voz alta para eu ver se acredito no que estou passando. Os dias tem sido muito dificeis. Quero voltar correndo para o meu trabalho. Mas nao sei se posso. Nao sei nem se continuo sendo util. 

Minha vontade e de fazer nada. Tudo que sinto e um vazio. Grande, mas tao grande que parece tomar conta de mim. Sinto culpa em ser feliz, em viver. 
Eu tento, juro que tento continuar a vida, mas nada faz sentido. Continuei minhas atividades acima citadas mas como um robo, por obrigacao, por cansar de me dizerem VAI VIVER. 

Cara, estou vivendo... por incrivel que pareça eu nao desisti (ainda)... sao muitos os questionamentos em minha mente. Nao faz sentido nada disso. 
Preciso encontrar um ponto de equilibrio entre esse fazio e eu. Nao posso deixa-lo dominar meu ser.

Me afastei do blog pois sentia que nao tinha direito de dizer tudo isso. Mas decidi, mesmo que ninguem leia (quem se atrai por textos longos como este?) preciso dizer. 

Nada adiantou... nem mesmo um banho de chuva. Acreditava que lava a alma, e lavou... mas depois de minutos tudo voltou.

A palavra que mais tenho usado: MONTANHA-RUSSA. E assim que me sinto. 
E tao rapido. Nao posso dizer que um dia estou bem e no outro nao. Meus sentimentos ou pelo menos a demonstracao deles mudam a cada instante. Talvez essa seja a razao por eu me fechar no meu quarto. Nao quero contaminar ninguem com minha tristeza. 

Tudo isso, penso eu ser resultado de uma vida fechada, guardando tudo pra si. 
Quando essa batalha começou, eu assumi um papel para o qual nao pensei estar preparada. Tomei a frente de tudo, e isso me sobrecarregou. 

Passei quase dois anos sem derramar uma lagrima pelo que es estava sentindo. Pensei estar doente, afinal isso nao  enormal. E talvez eu ate ja estivesse. Talvez aquela fosse a hora de procurar ajuda... nao quando tudo ruiu...  

E ca estou... trancada mais uma vez no meu quarto... esperando minhas horas passar. Vestirei minha fantasia de esta tudo bem e bora pra facul. Nao sei como vai ser meu amanha, alias nao sei nem das proximas horas. Talvez eu de altas risadas escutando os causos das ferias de minhas colegas ... ou talvez eu simplismente desabe... mais uma vez.

Por isso, se me permite lhe dar um conselho, nao se sobrecarregue. Deixe te ajudarem antes que seja tarde. Nao tenha receio de se abrir. Alguem precisa te escutar. E chore, deixe o mundo ver que voce e humano. Doe demais uma lagrima parada nos olhos, um gemido... um grito preso na garganta. Nao se envergonhe. 

E se tiveres acesso a um profissional que possa te ajudar, nao se envergonhe. Pscicologo e apenas um amigo (que voce paga pra te escutar), psiquiatra nao sao apenas para os loucos e remedios sao seus parceiros na busca pelo equilibrio. 
Falo por mim mesma. Lutei e relutei em procurar um profissional, talvez pelos receios que trago desde a adolescencia. Tomei meus remedios para a ansiedade e quando me questionaram se eu queria estar feliz a base de remedio eu disse que sim, desde que me garantissem dias de paz. Mas deixei que contaminassem minha mente e parei. Tem sido os piores dias desde entao, uma instabilidade desde entao. E assustador nao saber como vai estar se sentindo daqui a alguns minutos. 

Ta, nao briguem comigo, vou voltar. So preciso passar com meu medico de novo. 

E a psicologa tambem pensei em deixar. Na minha cabeça algo me diz que de nada tem me adiantado. Sera? Com as festas, carnaval etc, ja faz quase um mes que nao a vejo. Ja vi que e pior sem ela. Entao bora voltar tudo pro lugar ne.

E para quem chegou ate aqui no meu texto, obrigada por me escutar... 

O assunto da fotografia? Continuo depois... quando encontrar a cor para o mundo novamente...
       

Have a great weekend everyone ...


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Outback Steakhouse with friends

Hoje vivi um dos melhores momentos desses recentes dias.

Tenho passado muito tempo em casa, sozinha. Por escolha minha.

Sempre que saio, faço algo além de ficar em minha casinha, bate uma culpa. Como se eu não tivesse o direito de ser feliz. Eu sei, é loucura. Mas não é uma escolha. É assim que tenho me sentido.

Eu tento. Vou à academia, natação, inglês, saio, shopping... etc...
Mas me sinto vazia...

Pela primeira vez me senti melhor.

Outback Steakhouse with the guys of Wise Up Guainases.
 
A ideia é um encontro de alunos onde só se fale em inglês. Até mesmo o atendimento é em inglês. 
 
De início topei só porque é uma das únicas oportunidade de praticar conversação.
 
Mas fui me soltando e ... conheci pessoas incríveis, relembrei, aprendi... enfim... vivi.
 
E não doeu...
 
Sorry to babble all night lol
It was great to be with you. Very important to me. Thanks!!!
 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Lenços cor de rosa

Nossa amiguinha, Evelin Scarelli, com seu projeto de espalhar o amor, conseguiu alcaçar vários cantos do Brasil.

E um pedacinho chegou aqui em casa.

Presente para dona Ana.

Obrigada Evelin querida. E que seja apenas o começo deste seu projeto nobre.

Fotos: Anderson Atanabi


Era uma vez...

Era uma vez uma princesinha que vivia em seu mundo encantado.
Seu nome, Evelin Scarelli. Cercada de pessoas amadas era esse um mundo perfeito.

De repente houve, ventos, temporais... e quando tudo se acalmou, nossa linda menina ainda estava lá, ainda mais firme, ainda mais forte.

Só que seu castelo já não é mais suficiente para essa menina.

Ela quer ganhar o mundo com seu Lenço cor de Rosa.

A mim ela já ganhou.
Começou com emails tímidos em que eu suplicava por conselhos, por uma porçãozinha mágica que me fizesse ver o mundo como seus olhos vêem. Hoje, passo horas batendo papo com ela. E no dia em que não nos falamos sinto uma saudaaaaaade...

Pois é, Evelin, minha amiga irmã.

Só tenho a agradecer cada palavra de carinho. Mesmo em luta você arranja um tempinho pra cuidar de todos.

Seus lenços alcançaram vários cantos do Brasil. E você? Se prepare para alçar vôo. Sua caminhada será longa.

E eu? Estarei sempre aqui. De camarote assistindo seu espetáculo pelo mundo querida.

Mesmo sem te abraçar, sei como é grande o carinho que tenho por ti. E a importância que você tomou em minha vida. Já não me imagino sem você. E se o mundo virtual acabar... tenho seu endereço... espero trcar muitas figurinhas ainda com você.

Estou aqui pro que der e vier!


Amo muito essa menina...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Cicatriz II

Acabo de escrever esse texto e já me leva a outro.

Neste nosso ambiente oncologic, raras são as pessoas que se safaram das cicatrizes. 
Quase que com absoluta certeza, posso afirmar que físicas ou emocionais somos marcados diariamente.

E como dói. 

Uma notícia, um procedimento, cirurgias, uma simples aplicação de medicamento. Tudo deixando marcas.

Pela primeira vez vi minha mãe reclamar do aspecto que ficou da cicatriz da cirurgia. Devido a tudo que ocorreu, o vasamento do líquido e etc, não ficou lá grandes coisas. 
Eu simplismente comentei que podemos fazer uma reconstrução. Um pequeno enxerto e será como se nunca esteve ali.

Me julguem quem quiser, mas particularmente, eu gosto de marcas. Acho que já demosntrei isso né. 
No nosso mundinho, cicatrizes são troféus. Batalhas vencidas.

Mas há casos e casos.

Para pacientes de câncer de mama por exemplo, o hospital é responsável pela reconstrução. Ou seja, além de minimizar as marcas, vocês ganha peitões novinhos. Como diria Evelin Scarelli: " Nunca tive peitos e olhe só agora”, e estufou o busto mostrando a prótese. "Já que ia mesmo colocar, pedi para o médico que desse uma caprichada”.
Informe-se com seu medico.

E para finalizar, mais palavras sábias de minha maninha Evelin: 

"Quanto às cicatrizes, elas me servem de lembrança de toda essa linda fase de entendimento e serenidade da minha vida."

Cicatriz

Cicatriz

s.f. Marca deixada no corpo por um ferimento.
Fig. Impressão duradoura deixada por uma ofensa, ingratidão, desgraça.
Quem nunca sofreu um único ferimento sequer que lhe tenha deixado uma marca?

Eu posso lhe dizer, marcas, eu tenho muitas.

Segundo uma filósofa que passou por minha vida, após uma análise, pode ela concluir com a seguinte expressão: "Nossa Sara, você é toda retalhada."
É isso que dá convivência de mulheres... sempre rola uma observaçãozinha aqui outra ali. Mas essa foi das mais verdadeiras que já ouvi.

Sim sou toda retalhada. Trago no meu corpo marcas de uma infância bem vivida. Subir em árvoes, cair de bicicleta, e outras peripécias que só a Sara tem criatividade pra viver.
Nada como simplismente viver.

Recentemente percebi que elas vão se estreitando, afinando, e algumas quase some.

Acredita que tive medo?

Gosto de minhas cicatrizes. Elas contam minha história. Quando tiver velhinha, se elas ainda estiverem aqui, vou poder contar os causos de cada uma delas. Sei no mínimo detalhe como cada uma tornou-se parte de mim.

Mas tem marcas que não estão visíveis a olhos humanos. Precisa-se de mais que enxergar a anatomia do corpo humano.
Ver o interior, enxergar a alma, é mérito de poucos.

Talvez ningúem nunca me veja assim. Mas trago no meu peito cicatizes, marcas que moldaram que hoje sou, e a cada dia me modifica a partir de novas marcar. O ser humano tem essa facilidade de machucar e de se deixar macucar.

Hoje, me tornei mulher. Já não sou aquela menina que saiu de minas a 6 anos. Cheia de sonhos, fantasias.
Costumo dizer que sonhava com a São Paulo que a Globo mostra, e me deparei com a SP retratada pela Record.
Mas me adaptei, assim como um camaleão.

Sobreviver nesta selva me custou cicatrizes, mas também me rendeu vários amigos.

Ainda tenh muito a viver, caminhos a percorrer... e quem sabe quantas cicatrizes mais virão...

_____________

Ficou curiosa(o) sobre as histórias de minhas cicatrizes? Quem sabe um dia não te conto...

Hoje conto sobre a única de que não me lembro.

Hoje quase imperceptível, essa marca em minha testa é uma das primeiras ... é tipo o abre alas pras milhões que viriam depois. 
Segundo a minha mãe, dei de cara com a quina da parede. Era tanto sangue... e eu sobrevivi!

E você, tem marcas que contam histórias?

sábado, 9 de fevereiro de 2013

8000

Pessoal, muito feliz...

8000 acessos... com menos de 4 meses no ar.



Sem vocês seria ainda mais difícil aguentar.

Por vezes pensei em parar. Mas hoje recebi um comentário que me fez ver que vale a pena.

Não queria causar tristeza em ninguem. Queria postar apenas coisas alegres. Mas meu coração ta inundado de trsteza. É o que sinto agora e não posso ir contra esse sentimento.

Eu mais do que ninguem sei o que é se sufocar.

Desculpe se as vezes faço vocês chorar. Mas é assim que me sinto. Numa montanha russa. Não tenho tempo para respirar. Uma hora estou bem no mesmo instante não mais... Mas sei que não estou sozinha. Tenho do meu lado o mais poderoso Deus, minha família e vocês.

Obrigada por tudo!

Recomeçar...

Sabe aquele dia que você não está bem e de repente alguém te lança umas verdades?
É, tem sido assim comigo todos os dias. Pessoas nem sabem mas estão me ajudando.

Ontem escutei aleatoriamente uma conversa no trem, e a última coisa que me lembro é o seguinte:
"Certo? Errado? O que é certo ou errado?"

Fiquei a pensar neste simples fato. Chega um momento em sua vida que não existe certo ou errado, eu quero apenas ser feliz. Escolhi a FELICIDADE.

Sei que não será de um minuto para o outro, mas vou conseguir.

Quero de volta meu sorriso, a alegria de viver, o entusiasmo com o voo de uma borboleta... tudo que sempre me encantou. Quero ser surpreendida com um lindo nascer do sol atrás da triste realidade da ZL, quero simplismente voltar a sonhar.

Vivo dizendo que o câncer me trouxe presentes maravilhosos e não me canso de dizer que me trouxe também uma anjo: Evelin Scarelli.
Numa de suas muitas lições ela me fez ver que o mundo não é feito em apenas uma cor.

Por muito tempo eu sempre que fotografava editava as fotos para P&B. Elas ficavam tão mais reais em P&B. Acho que é porque minha vida está assim.

Mas vou tratar de mudar isso logo.

E se estiverem dispostos, venham comigo pintar uma aquarela.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O que eu te diria tia...

Era hora do almoço, uma ligação interrope...

Papo de adulto sabe, disfarçando para as crianças não escutar. Mas para mim estava muito claro. Acabou...

Não teria mais ela por perto, me erguendo para ajudá-la a bombear a cisterna.

Era parecido com essa.

Lembro-me como se fosse hoje.

Eu tinha 4 anos ou menos. Ela me suspendia e colocava sobre a alça.

Creio que já sentia as dores em seu ombro. Era mais fácil um impulso do que bombear várias vezes sequidas.

Mas um dia, ela se foi.

Deixou um sertanejo apaixonado e uma pequena a espiar de longe.
Nunca vou saber o que se passava na mente dela. Talvez quisesse poupá-lo do que estava por vir.

Mas aquela é a última imagem quem trago comigo. Uma jovem disputada por lindos moços que precisava se cuidar.

Talvez se ela soubesse que seria aquela a última vez em que estaria em casa, teria dado uma volta completa ao redor da casa, sentido o ar puro do campo, as aguas correndo para o moinho, tudo que estava ficando para trás. Teríamos brincado juntas. Talvez ela tenha me prometido voltar, mas tudo que consigo lembrar é dela partindo.

Mas  não voltou. Ela se cuidou, pensou ter se recuperado as custa de uma amputação. Feliz com a possibilidade de continuar viva mesmo que incompleta. Aprendeu a sobreviver.

Mas era tarde demais. E ela realmente se foi.
Em sonhos ela disse a minha vó que onde estava era bem melhor. E isso acalmou o coração de mãe que chorava todas as noites.

Mas a mim, ela nunca voltou.

Naquele almoço minha vida mudou. Pensando ser eu apenas uma criancinha minha tia Penha quis me proteger. Disse que estava tudo bem e que minha tia estava vindo para o meu aniversário e que traria a boneca que tanto queria.

Hoje eu a entendo e agradeço sua tentativa. Mas meu coração não se deixou enganar. Como cena de um filme vejo-me deixando a mesa do jantar correndo para o quarto em prantos.

Eramos muito unidas...

Hoje queria eu ter alguém pra me proteger das verdades. Dói tanto... e não posso fugir. Não sou mais aquela menininha.

E a Tia Joana? Como nunca nos despedimos ela sempre estará aqui comigo. Quando preciso nós conversamos. Ela me escuta, não me julga, apenas me escuta.

A única coisa que me restou dela é essa foto que me faz lembrar de onde tirei esses olhos tão expressivos, como diria Evelin Scarelli.

Tia, se eu pudesse me despedir, lhe diria o quanto eu te amo. O quanto queria tê-la por perto, me vendo crescer. A mulher que me tornei. Acho que iria aprovar.

Hoje em dia tudo é diferente. Cortar o cabelo não é mais a maior das rebeldias, mas eu também passei por isso sabia. E nem foi o meu cablo.

Mas hoje estou mudada. Não deixo que tomem as decisões por mim. Isso dói porque tento ser perfeita em tudo. E se não consigo, ah... dói demais.

Iria gostar da São Paulo de hoje viu, o trem ... rs... não pode mais vender salgados e doces neles, mas o pessoal sempre dá um jeito né.

O Douglas, está um rapazão. Lindo tia. Não sei se lembra, eu tinha uns 3 anos quando vim em SP com a mãe. Eramos tão pequeninos. Se não me engamo a senhora estava por aqui também.

Todos nós sentimos muito a sua falta.

Não chegou a conhecer a Ester, mas posso dizer com certeza, ela é a cópia exta de mim. Nem se fossemos gemeas seriamos tão iguais. Me orgulho muito dela sabe, é batalhadora, sabe o que quer. Mas tem muito a aprender ainda. Espero estar aqui para ensiná-la ou simplismente apoiá-la.

Ah! Acredita que eu trabalho no SBT? Quem diria né... aquela menininha cresceu. E sim, eu conheço o Silvio Santos. Ele é um senhor muito simpático. Tenho orgulho de fazer parte da família SBT. Eles tem me ajudado muito.

E a mamãe. Ela tem sido tão forte. Aposto que tens olhado por ela daí.

Continua sempre por pert viu...

A senhora faz muita falta...


Tive um encontro com o Senhor

Um certo dia Deus olhou pra terra e pensou:
- Preciso quebrar esse paradigma de que um raio não cai duas vezes num mesmo lugar.

E a família Vigiano viu-se novamente diante do câncer.

Esse mesmo bichinho que a 16 anos roubou de nós uma jovem linda, sonhadora... voltou.
Não contente em tirar alguém ainda na flor da mocidade. 21 anos? Seria como se eu se fosse hoje. Tantos planos, tantos sonhos... desejos ... o que importa tudo isso se no final não temos escolha?
Estamos a mercê de um mal que a anos atinge gerações. 

Não pede licença, não avisa quando chegar, quando vai embora... se vai embora.


Eu só quero que você pense.

Essa jovem, o que fez ela pra merecer tal sentença? Seu vinte poucos anos era apenas o começo.

E minha mãe? Qual foi seu erro? Nunca ter fumado? Ter cuidado de sua saúde, se preocupado com seu bem estar?

Então, não importa o que façamos, se tiver que ser será... Não importa, apenas temos que aceitar.

Hoje escutei algo que não pela primeira vez me fez pensar. No trem, uma mulher disse ao seu colega: "Eu discordei. Como pode ser. Deus quis assim? Deus quer ver alguém sofrendo?"

Eu também já pensei por trilhões de vezes. Onde está Deus que não vê o que estamos passando? 
Queria marcar uma reunião com Ele pra tentarmos chegar a um acordo. 

Tem tanta gente nesse mundo que pratica a maldade. Tem tantas opções para Ele por a prova. Justo ela que se dedicou a uma vida de trabalho na igreja. Esse é o preço?

Ai Deus fala comigo: "Filha, tudo tem seu tempo determinado, lembra? 

Eclesiastes 3

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. 

Sou eu quem determina. As folhas que caem da árvore, os grãos de areia do mar, as estrelas no céu. Em tudo estou Eu. Os seus dias não são como os meus. Eu faço crescer a erva no campo e a jogo por terra. Eu sou o que Sou."

Então parei de reclamar e apenas agradeci. Pelos dias que tive aqui na terra, pelas pessoas que por mim passaram, pelas marcas que tenho no corpo (pois são provas de que tive uma vida louvável).

Eu simplismente agradeci. Por não nos ter deixado só. Como provaste a Jó estás nos provando Senhor, e em tudo tens sido fiel. Somos uma família, temos só que agradecer. Muitos nem isso tem. 
Temos vivenciado um milagre. Se para os médicos teríamos 4 meses com minha mãe, já se passaram quase dois anos. A quem devo isso? A ti Senhor.

Só te peço uma coisa, ensina-me a entender seus propósitos e aceitá-los em meu coração.

Perdoe-me por ser tão fraca. Mas o Senhor me fortalece.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Câncer de mama

Essa semana ocorreram vários movimentos de concientização quanto à prevenção do câncer, e principalmente quanto ao câncer de mama é que quero falar a vocês.

Segunto o INCA é o 2º tipo de câncer mais recorrente e o principal entre as mulheres.

Relativamente raro antes dos 35 anos...

É ai que quero entrar.

Esse quadro tem mudado, pessaos tão jovens quanto eu passam por essa luta quase todo dia.

Uma delas tornou-se minha ídola.
Evelin Scarelli tem mostrado ao mundo que esse bichinho  pega sim moças jovens e bonitas.
Ela também nos ensina como lidar com isso.
Desistir ou encarar o câncer como aliado?
Sim, isso é possível. Ele nos traz a oportunidade de repensarmos nossos atos, nosso estilo de vida e nos dá a chance de recomeçar.

A única coisa que peço a vocês meninas... (e meninos), se cuidem.
O uso de anticocepcional aumenta a probabilidade de se desenvolver câncer de mama, histórico familiar, etc.

Procurem um médico, façam autoexame... Just take care of yourself.

O preço pode ser muito caro.

Num dos posts da Evelin ela nos fala sobre infertilidade. Qual garota nunca sonhou em ter em seus braços parte de você, seu amor em forma de gente. Este tem sido meu sonho desde que me entendo por gente. Abrir mão dele seria algo muito doloroso. Por isso tenho feito a minha parte.

E você? De que lado quer estar?


Pense nisso...

Eu penso nisso todos os dias.
Quem acompanha a minha história sabe que o problema de minha mãe é de estágio avançado. Não sei se a terei aqui comigo quando eu tiver um serzinho dentro de mim. Meu sonho hoje não é mais apenas ser mãe. É poder tê-la por perto quando isso acontecer.

Então não deixe que a vida te surpreenda e lhe roube o direito de poder ter alguem se formando dentro de ti.

Amor de mãe, isso podemos sentir por alguem que nem mesmo nosso sangue tem, mas o sentimento de ser um instrumento de Deus na formação de uma nova vida, esse eu não quero perder.

Cuidem-se, não espere pelo amanhã. Façam o auto-exame, se necessario peça ao seu médico a mamografia. Só você pode controlar isso.

Sara Ramos

Um novo dia

Quinta-feira, 07 de fevereiro de 2013


Hoje começa um novo dia. Mas não como os outros.
Desobredecendo as ordens de minha tutora, as 13 horas ainda estava eu na cama.

Fui surpreendida por um já conhecido som: "Correios". Uma garota e seu guarda chuva traziam pra mim o melhor dos presentes.

Essa semana pedi provas de que ela é real. As vezes, penso ser uma amiga imaginária. Tão perfeita, tão surreal, impossível ter alguém assim logo ali.

E hoje, para matar minha ansiedade, parte dela chega a mim, envolta em um papel pardo. A primeira coisa que reparo: Agora tenho seu endereço. Não, não sou uma fã enlouquecida e não vou abater a sua porta (a menos que me convide). Quero poder lhe escrever ... mesmo que um dia a internet acabe.

Tento preservar até mesmo a embalagem externa pelo simples fato de ser parte dela. E qual não é minha surpresa? Ela é ainda mais inda por dentro.

Trás consigo uma pele toda quadriculada em rosa e branco. Seu coração é de um rosa tão lindo. E em seu  interior possui sua alma. A força dessa menina, toda sua garra. Agora a tenho perto de mim.

Obrigada Evelin Scarelli por nos compartilhar sua virtude, sua algria de viver, enfim, por nos dar parte de você.

O lenço cor de rosa agora vai ser parte de minha mãezinha, e espero assim que ela possa se recuperar e tornar ainda mais forte (se é que é possível), seu brilho encantador de volta, o sorriso... quero de volta minha mãezinha. Que fez de mim uma mulher, e hoje orgulho dizer UMA SARA TÃO ANA VIGIANO.

Vou levar comigo sempre aqueles momentos em que sem mesmo vestir uma capa, ou num passe de mágina, se tornava minha heroína.
Costumo dizer que ela é pau para toda obra: eletrecista, encanadora, pedreira, cabelereira, e ainda tem tempo pra fazer lindos crochês e cuidar da família.

Agora, nós que cuidaremos de ti mãezinha. Te amaremos sempre e sempre, e se houver vida além da terra, se prepare para um amor extraterrestre.

Evelin, sem você meus dias seriam mais difíceis. Obrigada por surgir em minha vida, como companheira de luta, depois como amiga e agora como irmã. OlLaço cor de rosa agora ser parte de mim também. Sempre que precisar de uma força, uma inspiração, saberei que tenho você por perto.
Sem palavras para continuar....

Desculpa.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Thanks everyone

Quando recebo mensagens assim sinto que tem valido a pena cada instante, pois o gostinho da vitória compartilhada é ainda melhor.
Saber que temos muitos torcendo pela recuperação de minha mãe, que vibram com cada avanço, faz pensar que não estamos sozinhos.
Me surpreendo quando vejo os acessos e percebo que tem gente lá do outro lado do mundo olhando por nós, compartilhando nossa dor, e pedindo por nós.

Agradeço a Deus por ter colocado em minha vida pessoas maravilhosas que são meu alicerce.

Fabrícia,
Obrigada pelo carinho que vem demonstrando. Que Deus possa lhe recompensar da melhor forma possível. Só Ele é capaz de retribuir-lhe.


A todos que estão comigo, seja em oração, em pensamento. Estão todos no meu coração.

Thanks for everything.